Aborto: as consequências para quem o pratica


           Aborto: as consequências para quem o pratica

O aborto pode deixar sérias consequências tanto físicas quanto emocionais para o resto da vida
Há uma discussão muito intensa sobre a legalização do aborto no Brasil. A Igreja, porém, mantém-se firme na defesa da vida, acreditando que o feto é uma pessoa e tem o direito de viver tanto quanto cada um de nós. Longe de querer discutir leis, gostaria de conversar um pouco sobre esse assunto tão delicado. Apesar de ser apresentado como um ato de liberdade e uma conquista para os direitos das mulheres, o aborto pode deixar sérias consequências para o resto da vida, tanto físicas quanto emocionais.



Na parte física, o aborto pode causar até mesmo a morte da mãe. Hemorragia, infecção uterina e infertilidade são complicações comuns em abortos clandestinos. Mesmo nos abortos realizados em hospitais (nos casos em que são permitidos pela lei) ainda há riscos.

O mais importante para mim, no entanto, são as consequências emocionais. Diversos estudos têm comprovado que a mulher que pratica o aborto sofre emocionalmente a curto, médio e longo prazo (chamada síndrome pós-aborto). No início, vive a culpa, o conflito familiar, a solidão e o medo. Depois, muitas vezes, apresenta problemas com a maternidade, seja pela dificuldade para engravidar ou com abortos espontâneos recorrentes. E, com o tempo, apresentam maior tendência ao alcoolismo, à depressão, ao suicídio e ao uso de drogas.

Meu objetivo, neste texto, não é apresentar argumentos científicos. Gostaria, na verdade, de convidar você a ver essa questão com um outro olhar. Acompanho diversas pacientes que tiveram forte desejo de fazer aborto (a até tentaram realizá-lo). A maioria não teve o apoio familiar (fator determinante na decisão de abortar), mesmo dentro de lares cristãos. E enfrentaram uma terrível luta interior entre os sentimentos gerados pela própria gravidez e os medos que a impulsionavam a colocar um ponto final nessa história. Afinal de contas, a primeira pessoa profundamente transformada pelo feto é a mãe. Desde o início da gestação, uma avalanche de hormônios muda o corpo, mexe com as emoções, desperta o instinto. Quando uma mulher grávida pensa em abortar, ela está cometendo uma agressão a si mesma, contra a maternidade que grita de dentro para fora.

Testemunhos

Sei que ter uma criança é algo muito difícil (sou mãe!). Mas Deus cuida de todos aqueles que se confiam a Ele. Se Ele permitiu a gravidez, é porque tem um propósito maravilhoso para esse bebê. Conto aqui dois testemunhos.

O primeiro é de uma paciente. Ela veio ao consultório, pois queria abortar. Era uma gravidez indesejada, de um relacionamento curto. A mãe não tinha nenhuma condição financeira para cuidar da criança e sua família disse que não a ajudaria. Ao longo do pré-natal, fui fortalecendo a confiança e a fé dessa mãe, mostrando que um filho é sempre uma bênção e que sua família também perceberia isso. Conclusão: ela teve a filha, a família ficou apaixonada pela criança e hoje a menina é a grande alegria de todos. Estão muito melhores que antes.

O segundo caso é mais doloroso. É de uma moça que foi estuprada por três jovens quando tinha 14 anos. E ela engravidou desse estupro. Seu pai (conservador) disse que, se ela não abortasse, a expulsaria de casa. Ela decidiu não abortar e saiu de casa para trabalhar como doméstica e ter condições de ter a menina. Hoje, a filha é uma bênção, muito dedicada na Igreja e a mãe se sente muito feliz por ter defendido a vida dela.

Se alguém próximo a você está pensando em fazer um aborto, saiba que seu apoio e comprometimento podem fazer toda a diferença. Apostar na vida sempre vale a pena. As consequências são graves, mas o pior é perder a graça que Deus desejava lhe dar por meio daquela criança. Deus sabe o que faz. A nós resta confiar e nos comprometer. Coragem!

VIDA A DOIS


                                   VIDA A DOIS
                                               fidelidade começa no namoro
                  O jovem que não é fiel no namoro também não o será no casamento
O namoro não é um tempo para conhecer o outro por fora, mas por dentro, e fazê-lo crescer; se isso não acontece, então este relacionamento está furado. Para dizer ‘sim’ ao outro, você tem de dizer ‘não’ a você, pois quando isso acontece, você está fazendo o outro crescer, e isso precisa acontecer no namoro, no noivado e no casamento.









O amor é uma decisão. Quando você sobe ao altar para se casar, você diz que jura ser fiel, na saúde e na doença, amar e respeitar todos os dias da sua vida. Essa não é uma declaração poética, mas um juramento de fidelidade até o último dia da sua vida. O jovem que não é fiel no namoro não o será no casamento também.




É o amor que constrói. Ele não é egoísta, mas tudo suporta e tudo espera. Esse é o amor de Deus, não o amor dos homens ou das telenovelas. São Paulo compara o amor dos maridos com o amor que Cristo tem pela Sua Igreja.




Um dos problemas que mais afetam os jovens é a falta de fidelidade e a não vivência da castidade. Mais uma outra coisa: Por que muita gente não é capaz de amar? Amar é doar-se, é renúncia. E por que muitos não conseguem se dar? Porque não se possuem. Para dar algo para alguém você precisa ter posse daquilo.




Eu tenho que me possuir. E como é isso? É ter domínio sobre mim mesmo. Um homem que não tem domínio sobre si, que não consegue se dominar diante de um prato de comida, ou aquele que não pode ver uma mulher e já vai atrás, é porque não tem comando sobre si; alguém assim não tem liberdade.




Deus não nos fez livres para fazermos o mal, mas sim o bem. Se a liberdade não respeitar dois vínculos, que é a verdade e a responsabilidade, então não é liberdade, é loucura.Se você não consegue respeitar essas duas virtudes, é sinal de que você perdeu a razão. Ninguém é livre para abusar das pessoas. Ser livre é não ser escravo das paixões e do pecado. Livre é aquele que luta contra o pecado. Para ajudar o outro a crescer é preciso ser livre. Quem não é livre é egoísta.




Por que nós recebemos muitas cartas falando sobre o sexo no namoro? Porque, para os jovens de hoje, é muito difícil viver a castidade. O mundo vive um pansexualismo, no qual tudo respira sexo. Não se vende mais um carro ou uma roupa sem colocar a foto de uma mulher nua. O homem é fascinado pelo corpo da mulher, por isso para o jovem é tão difícil viver a castidade. Deus fez a mulher maravilhosa, encantadora, mas existe um lugar para viver o sexo, que é o casamento. A Igreja ensina que o sexo tem duas funções – unitiva e procriativa –, mas, antes disso, é preciso unir as vidas, é preciso colocar uma aliança no dedo e prometer fidelidade todos os dias. Depois de colocar a aliança no dedo, aquele homem é da mulher e a mulher é do homem.




Marido e mulher não podem ficar muito tempo sem relação sexual, a Igreja chama isso de “débito conjugal”. O sexo é a liturgia do amor conjugal, é a maior expressão de amor entre o casal. Ali, não está se dando apenas um presente, uma rosa… Não! É o seu corpo, a sua intimidade que você está dando ao outro. Não há sentido em entregar o seu corpo sem um compromisso conjugal.




E muitos dizem: “Eu amo meu namorado. Por que não posso ter uma vida sexual com ele?”. Primeiro, porque a lei de Deus não quer. E porque Deus não quer, significa que Ele não seja bom? Não. É porque o sexo antes do casamento não é bom, e isso tem um nome: “fornicação”, e é pecado grave. Como cristão católico, você não pode fazer isso, porque, para nós, o que vale é a Palavra de Deus.




Viver a castidade no casamento é não desejar a mulher do outro, não ver filme pornográfico e depois querer fazer o mesmo com a esposa. E eu, meus irmãos, continuo lutando, pois quero esta medalha de ouro. E você jovem, que conseguir viver a castidade, a sua medalha será muito maior que a minha, porque quanto maior for a sua luta, tanto maior será o sabor da sua vitória.




Nós precisamos fazer uma santa revolução na juventude, para que os jovens vivam no namoro a castidade, para que eles se respeitem até o casamento, porque o sexo antes do casamento estraga muito.




O Papa João Paulo II, em 1997, disse que, no Brasil, por causa do sexo livre, há milhares de crianças órfãs de pais vivos. Homens covardes que abusam das meninas, e quem paga a conta é a criança, que, muitas vezes, é abortada. Outras ficam aos cuidados dos avós ou em orfanatos. Quando uma criança é gerada no casamento, isso não acontece ou não é para acontecer. Quando a Igreja pede que o jovem seja casto, é para ele treinar, exercitar a fidelidade para chegar ao casamento com essa fibra e com a graça de Deus.

Tudo passa, tudo vai passar

                      Tudo passa, tudo vai passar


Tudo passa, tudo passa, tudo vai passar.
Só não muda o amor de Deus que é Pai.
Nem a morte, nem a dor, nem a solidão.
Pode superar o amor de Deus por mim.

Só Deus não passara, só Deus permanecera.
Só Deus, seu amor que vive em mim.
Só Deus não passara, só Deus permanecerá.
Só Deus, Ele voltará.

O Senhor, teu corpo e sangue, minha redenção.
Aliança por toda a eternidade.
Vem agora o meu Deus toma meu coração.
Pois sem ti nada posso realizar.

Só Deus não passara, só Deus permanecera.
Só Deus, seu amor que vive em mim.
Só Deus não passara, só Deus permanecerá.
Só Deus, Ele voltará.

Não importa saber que Deus existe


          Não importa saber que Deus existe

Não importa saber que Deus existe, importa saber que Ele é amor (dizia um filósofo).

 Quando penso nesta afirmação, quase ouço São Tiago dizendo: “Crês que há um só Deus? Fazes bem! Pois até os demônios crêem e tremem“.



O que Deus quer conosco é um relacionamento íntimo, pessoal, de pai para filho, de amigo para amigo; não só que acreditamos em sua existência; até mesmo por que esta é definição de pagão: sabendo que Deus existe vivem como se Ele não existisse; esquecem-se dele, colocam-no em segundo lugar.
Deus ama você… e quer ser amado por você! Ele ama você de verdade, está atento a sua vida, sabe de seus sofrimentos, conhece os seus segredos; o que você nunca contou a ninguém, Ele sabe, e é assim que o ama, aceitando-o como você é.
Deus nos cerca de cuidados, com certeza Ele protege você!
Certo dia voltávamos para Cachoeira Paulista -SP, de uma missão em Valinhos (SP) o carro estava na velocidade permitida na Rodovia Dutra (110 km/h), quando de repente, o volante começou a trepidar, a motorista tentou estabilizar o carro mas a trepidação era cada vez maior; jogamos o carro para o acostamento e por “coincidência”, já era a entrada para um posto de gasolina.
Quando saltamos do carro, qual não foi a nossa surpresa? A roda dianteira esquerda tinha perdido os 03 parafusos na estrada e o último que restava estava em sua última volta. Se aquele parafuso tivesse soltado, na velocidade em que estávamos, talvez estivéssemos capotando até hoje!
Mas o que me assusta não é aquele parafuso ter ficado ali, nem os outros 03 que soltaram… o que me assusta são as expressões que escutei “Nossa , que sorte”! ou “Que coincidência! Vocês pararam na hora certa”!
Eu não tenho dúvidas de que a mão poderosa de Deus preservou nossa vida e nos salvou da morte naquela noite. Não foi sorte, foi Deus! Não foi coincidência mas o seu amor que nos livrou!
Deus fez o que fez, não porque existe, mas porque me ama. Ele cuidou de mim e está cuidando de você neste momento.
Quando recolocamos a roda do carro no lugar havia uma só palavra em nossos lábios: “Graças a Deus! Como o Senhor é bom!”
Ainda que o mundo todo diga o contrário, ainda que os fatos atestem em desfavor, saiba que o Senhor não esqueceu você e que neste momento Ele o abraça e protege! Alguns, porém, perguntam: “Por quê tantas pessoas são atingidas por males, acidentes e desgraças? Por quê tantos não experimentam esta proteção? Isso você vai acompanhar na próxima semana.

 

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