Demonstrar o amor é tão importante quanto o sentir


       Demonstrar o amor é tão importante quanto o sentir

Celebrar o amor é sempre importante, e quando surgem datas especias não podemos perder a oportunidade de comemorá-las


O Dia dos Namorados é uma data singular que merece ser lembrada pelos casais que se amam, independente do tempo que teve início o namoro. Geralmente, é um dia em que ficamos mais sensíveis, mais atentos ao coração e mais desejosos de dar e receber amor, até porque somos incentivados pelo comércio e pelos meios de comunicação em geral, desde muito antes, a festejar este dia. Mas é bom lembrar que a comemoração ultrapassa os presentes. É uma data que deve ser marcada principalmente pelo carinho, pelo amor e respeito, pelas homenagens. Este dia deve ser marcado por abraços, beijos, pela vontade de amar e dedicar-se ao outro, principalmente pela gratidão em ter ao seu lado alguém tão querido durante todos os dias do ano. Agora, é claro, se além de tudo isso tiver um presentinho, fica ainda melhor!


Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

A meta, porém, é demostrar o amor, e existem muitas formas de fazer isso. Todos nós sabemos, por exemplo, como é importante ouvir alguém dizer que nos ama; nós, no entanto, muitas vezes temos medo de manifestar nosso amor. Cada um tem sua história e ela influencia muito nossos relacionamentos, mas o fato é que vivemos em uma sociedade repleta de pessoas apressadas, ligadas ao mundo virtual, pessoas muitas vezes frias, com dificuldade de expressar afeto. Conheço casais, por exemplo, que são capazes de dar a vida um pelo outro, mas não têm a coragem de olhar nos olhos e dizer: “Eu te amo!”. Isso é um prejuízo para o relacionamento, pois demonstrar amor é tão importante quanto o sentir.

Neste caso, o Dia dos Namorados pode ser uma ótima oportunidade para derrubar as barreiras do respeito humano e começar um tempo novo, no qual o amor tenha livre acesso aos corações. Pequenos gestos podem abrir grandes portas! Então, não perca tempo, experimente pegar na mão do seu amor, depois abrace-o, beije-o, aproxime-se dele. O toque físico é essencial em um relacionamento amoroso; do mesmo modo, as palavras também são muito importantes na demostração de cumplicidade. Vá além dos seus medos e diga o quanto você ama. Dê atenção, tempo de qualidade. Quem sabe esse seja o presente mais esperado e custa tão pouco! Desligue o celular e olhe nos olhos do seu amor sem pressa. Tenho certeza que o resultado será surpreendente! Aproveite o clima desta data e dê asas ao seu coração, ele o levará de volta ao amor!

Enviar flores, fazer uma visita inesperada no trabalho, mandar um e-mail amoroso, deixar um recado na geladeira, fazer uma comidinha gostosa também são dicas que podem colaborar. Enfim, a criatividade é parceira do amor, deixe que ela o conduza e lembre-se que somente o que for feito de coração tocará outro coração. O escritor americano Robert A. Heinlein afirma que “o amor é uma condição em que a felicidade de outra pessoa é essencial para a sua própria felicidade”, então saiba que qualquer coisa que você fizer para que seu amado esteja feliz no Dia dos Namorados certamente será gratificante também para você. Então, a grande dica é: aproveite a oportunidade e comemore o amor. No Dia dos Namorados de forma especial? Sim! Mas também todos os dias, em cada amanhecer, porque amar é o que realmente vale a pena nesta vida!

As cinco fases do ato conjugal


                   As cinco fases do ato conjugal

O ato conjugal é expressão de amor mútuo entre o casal, é linguagem expressiva de amor

O jeito de o casal se relacionar ou se transforma em fonte de união ou em causa de separação. O ato conjugal nunca é neutro: aproxima ou separa. Na vida conjugal, tudo é importante, cada detalhe é imensamente grande e determinante. Aliás, os detalhes são a realidade mais importante. Ninguém tropeça em uma montanha.



O comportamento humano, no ato conjugal, engloba a personalidade toda, pois nele se fundem o prazer carnal, a expressão do sentimento e a participação do espírito. Dessa forma, entendemos que a união conjugal não é algo meramente físico, mas integral, que vincula tanto no corpo como na alma. Portanto, toda fisiologia e psicologia masculina e feminina interagem na relação, sendo importante lembrar que elas são diferentes em todos os seus mecanismos, inclusive na excitabilidade da mulher e do homem. O processo de excitabilidade da mulher é mais vagaroso que o do homem, ela também demora mais para chegar ao ‘clímax’ sexual e também para ficar satisfeita.

Existe aquela simbologia de que a mulher é como um fogão a lenha e o homem como um fogão a gás. O que serve muito bem para descrever o ritmo sexual de ambos não pode representar um distanciamento e uma negação da possibilidade de encontrarem-se nestas diferenças. Ora, se ambos são fogões, ambos são capazes de “produzir” fogo e o conhecimento da diferença deve ser o útil instrumento para o encontro do prazer de ambos e nunca uma distância e acomodação nesta busca.

As Fases do Ato Conjugal
O prelúdio
O encontro conjugal deve ser especial, para isso deve haver uma preparação. O prelúdio é a fase de preparação para o ato conjugal, importante para que a mulher possa acompanhar o marido na relação.

Pode-se dizer que essa preparação se realiza de forma contínua no decorrer do dia a dia, até mesmo à distância, por meio do cultivo do bom relacionamento mútuo, a boa convivência, estando sempre atentos aos pedidos, desejos e manifestações do outro. Entram aqui a manifestação de ternura, expressões de carinho (um beijo, um abraço) que demonstram amor e conquistam pouco a pouco. A mulher gosta de ser conquistada.

A união
Muitas vezes, a união é procurada intempestivamente pelo marido, sem ainda ser desejada pela esposa. É aqui que se manifesta verdadeiramente a generosidade do amor da mulher e a delicadeza do marido. Essa delicadeza exige controle e desprendimento. A generosidade da mulher se expressa no desejo de proporcionar prazer, de se dar àquele que ama de verdade.

A união deve ser lenta, progressiva e o mais completa possível, devendo se prolongar o suficiente até que os dois se acalmem perante a emoção inicial que sentiram.

O prolongamento da união
É nesta fase que se põe à prova toda a capacidade de domínio cerebral sobre o instinto sexual.
O esposo deve prolongar essa fase, sabendo esperar que a sua mulher sinta com ele do mesmo modo. É um momento de muita importância e enriquecimento onde o marido – contendo-se – dá à mulher grande prova de amor, esperando por ela; e a mulher, agradecida por essa atenção, com alegria e generosidade, torna-se mais ativa e procura acompanhá-lo da melhor forma, sentir com ele.

Fase lúcida
É a fase da emoção final, que culmina com a deposição do sêmen, certamente um momento de grande satisfação, sobretudo se for simultaneamente sentida pelos dois. Ambos se sentem unidos em seus corpos e também bem unidos em seus corações.

Para o casal, o prazer deve ser uma busca, por isso é preciso ressaltar que a ausência do prazer sexual entre o casal tende a levá-los ao desgaste na estrutura familiar. Desprezar esse prazer, dado por Deus como um dom tão precioso é um erro; é preciso caminhar na busca dessa experiência. Santo Tomás tinha razão em classificar, no tratado sobre a virgindade, o prazer sexual como o mais intenso prazer terreno (maximum). Pois o orgasmo é o pináculo do mais intenso prazer da terra. É maravilhoso como Deus fez coincidir tal prazer com a semeadura dos filhos, já que o orgasmo é absolutamente sincrônico, simultâneo à ejaculação (sementes). Todo o corpo participa do orgasmo, até a raiz dos cabelos. A mínima célula dos pés conhece o timbre dessa hora.

O homem tem a tendência de ter orgasmo antes da mulher. E se ele tenta logo a penetração, sem os cuidados preliminares e sem autodomínio, nunca saboreará o verdadeiro orgasmo planejado por Deus, que é simultâneo e delirantemente duplicado. Se o homem teima nesta conduta – por egoísmo ou falta de autodomínio – e a mulher – por ignorância, por acabar enquadrando a relação sexual dentro de um esquema racional ou por obrigação, esse casal poderá cair em uma frieza sexual. É preciso caminhar numa relação de diálogo e busca de satisfação mútua. Estudiosos dizem que a reprodução de um padrão orgásmico, divulgada principalmente em revistas que trabalham o cotidiano feminino, leva muitas mulheres a não pontuarem a sensação sexual que apresentam no coito, pois ficam à espera de uma sensação fantasiada, fora da realidade, conforme prescrevem as revistas e manuais sexuais. Essas mulheres desvalorizam o que sentem e colaboram para fixar uma disfunção que poderia nem ser considerada de ausência de orgasmo.

Outra informação importante: a satisfação orgásmica da mulher está diretamente ligada à estimulação do clitóris. A mulher é capaz de ter outro orgasmo pouco depois de experimentar o primeiro. Se for novamente estimulada antes de terminar a fase do estímulo, normalmente as experiências orgásmicas posteriores serão mais intensas que a primeira; a mulher também pode manter a experiência orgásmica por um período de tempo relativamente longo. Por isso, é lícito que se busque a excitação do clitóris durante os carinhos preliminares, podendo até, nessa excitação, chegar ao orgasmo antes da penetração, e atingi-lo novamente durante a penetração.

Os carinhos e carícias devem estar presentes também nessa fase.

O “poslúdio”

É talvez a fase que a mulher mais aprecia, pois ela ainda continua experimentando o prazer. É momento do marido já descontraído e acalmado, continuar atendendo a esposa, dando-lhe carinho e atenção que ela ainda necessita, pois leva muito mais tempo para acalmar-se do que ele. Perante essa atitude do marido, ela sente o amor dele por ela. Nessa fase, o diálogo amoroso continua, porém, conduzido pelo coração. É um grande momento para agradecer um ao outro o seu amor, a sua fidelidade, a sua entrega, e para renovar o desejo de continuarem unidos, ajudando-se a superar as dificuldades normais da vida.

Além de observar essas cinco fases do ato conjugal, existem outros fatores que influenciam na harmonia sexual.

Para o casal conseguir a satisfação plena, cada cônjuge precisa ter firme a intenção, o objetivo de fazer o outro feliz. Nisso deve colocar todo o seu empenho, movido pelo amor ao outro. É preciso saber analisar cada situação, um conhecer melhor o outro; saber o que o outro sente; saber de suas reações e experiências, seus ritmos, de modo que, com amor e por amor, cada um possa adaptar-se ao outro. E assim compreender mais o que o outro está precisando para estar bem.



Princípios éticos e ideologias na sociedade


              Princípios éticos e ideologias na sociedade

Temos como ponto de partida a preservação de princípios inegociáveis, o que inclui o respeito incondicional ao outro

A sociedade brasileira, obviamente no contexto mundial mais amplo, está também desafiada a avaliar, no conjunto de suas crises, a configuração das colisões entre princípios éticos e ideologias. Esses embates precisam ser administrados com o mínimo de racionalidade para não se correr o risco de polarizações que vão acelerar processos de intolerância. Deve, sempre, sobressair o exercício do entendimento, cujo ponto de partida é a preservação de princípios inegociáveis, o que inclui o respeito incondicional ao outro.


Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Ao assumir posturas ideológicas, não se pode “passar por cima”, desrespeitosamente, de valores e princípios de outras pessoas, de diferentes segmentos da sociedade nas suas configurações religiosas, sociais e políticas. O desrespeito, certamente, é uma das fontes da crise humanística e comunitária. Suas consequências podem ser irreversíveis: ódio, disputa e permissividade que comprometerão o mínimo de civilidade e de convívio fraterno. Aliás, a sociedade brasileira, com seus diferentes grupos, já está sofrendo com situações que expõem radicalismos e fundamentalismos. Evidentemente, esses episódios tornam a paz mais distante. Há uma facilidade irracional para agredir, acusar e espalhar mentiras. Ações que ferem o tecido da cultura brasileira e ganham amplitude nas redes sociais e nos tradicionais meios de comunicação.

Eventos públicos, como os recentemente realizados nas grandes capitais do país, não podem agredir símbolos religiosos e misturar o direito de defesa de perspectivas com atitudes hostis. A ordem pública tem de se posicionar para que as banalizações não tomem conta da sociedade, um processo perigoso que corrói o núcleo da consciência coletiva. O que movimentos e grupos promoveram, por exemplo, nas ruas de São Paulo, é ofensa aos cristãos, pois se trata de banalizar os símbolos religiosos, um ato irracional. A defesa da pluralidade não justifica e não confere direito a qualquer grupo ou pessoa de assumir posturas marcadas por intolerâncias.

Os cristãos têm o direito e o dever de mostrar que a defesa de uma sociedade plural passa por um caminho diferente do que é trilhado por quem busca agredir a fé. Não se conquista a paz nem respeito ferindo princípios de uma confissão religiosa, ainda mais de maneira debochada. Diante do ocorrido em São Paulo, todo cristão é chamado a expressar ainda mais os princípios de sua fé. Deixar ficar por isso mesmo, sem esse educativo protesto, é ser conivente com um processo que, à primeira vista, parece ser aceitável como expressão democrática. Contudo, trata-se de uma precipitação tácita e perigosa da sociedade num caos produzido pela relativização abominável de princípios e valores.

É hora, portanto, de um alerta geral. Os deboches e desrespeitos promovidos por parte de um grupo – que merece ser respeitado, cada um de seus integrantes reconhecidos em sua dignidade humana –, é a “ponta de um iceberg”. Revela posturas que não podem passar despercebidas. A sociedade, com seus diversos segmentos, tem o desafio de acompanhar o processo em curso para se posicionar sobre importantes temas. Em especial, a respeito da inclusão da chamada ideologia de gênero nas diretrizes da educação nacional, um tema que ainda não é de domínio público. No horizonte dessa mudança, entre outros pontos, a escola – e não a família –, teria a tarefa de ajudar o menino ou a menina a discernir a sua identidade sexual. Isso significa passar por cima de dimensões antropológicas e éticas que são valores inegociáveis no âmbito da moral e da confissão religiosa cristã.

Esse tema traz impactos na vida de muitas pessoas. É um alerta para a indispensável participação de diferentes segmentos da sociedade, para que não se pague o alto preço por negociar princípios em razão de ideologias. Urge, portanto, conhecer os muitos processos que estão em rota de colisão com o bem da sociedade para detê-los. Quem ainda desconhece essas questões deve buscar orientação e informações. Ainda há tempo para firmar um posicionamento.

Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro


           Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro


A exemplo de Jesus, também nós recorremos a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro diante das angústias de nosso coração

– Recolher-se em oração em casa ou numa igreja;
– Fazer o pedido da graça que tanto deseja alcançar;
– Rezar a oração de cada dia;
– Rezar 1 Pai-nosso e 3 Ave-Marias;
– Praticar a boa obra de cada dia. Pode-se trocar por outra mais conveniente.



:: Oração à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Primeiro dia
“Eis a tua mãe” (Jo 19,27)
Bondosa Mãe do Perpétuo Socorro, que experimentastes a angústia da vida, acolhei o meu pedido. Sois a Mãe e tendes o desejo de socorrer a todos, aqui está alguém que é pecador, mas que recorre a vós.
• Boa obra: dar esmola a um pobre.

Segundo dia
“[…] meu espírito se alegra em Deus […]” (Lc 1,47)
Mãe do Perpétuo Socorro, ajudai-me a ser de Deus. Tudo passa como vento, Deus permanece. Quero ser d’Ele e, por isso, vos suplico: socorrei-me nessa vida, ajudai-me a não perder Deus nos sofrimentos e necessidades. Bondosa Mãe, aumentai a minha fé e confiança, socorrei-me com vosso amor.
• Boa obra: em casa, fazer o trabalho com amor.

Terceiro dia
“[…] seja feita a tua vontade […]” (Mt 6,10)
Bondosa Mãe, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, compreendestes e sempre fizestes o que Deus queria, afastai de mim a dureza do coração, o orgulho e o egoísmo. Ajudai-me, bondosa Mãe, a seguir a vontade de Deus e concedei-me a graça que vos peço.
• Boa obra: antes de dormir, agradecer a Deus por tudo o que aconteceu no dia.

Quarto dia
“[…] foi a mim que o fizestes!” (Mt 25,40)
Mãe de Jesus e minha mãe, dai-me um coração generoso para ajudar o próximo e misericordioso para perdoar sempre. Dai-me um coração humilde e manso para suportar suas fraquezas. Jesus disse que faço a Ele o que faço aos outros, por isso, ajudai-me a melhor amar Deus e meus irmãos. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, socorrei-me na graça que vos peço.
• Boa obra: dar algo ao pobre.

Quinto dia
“[…] eu estou ali, no meio deles.” (Mt 18,20)
Bondosa Mãe, como vivestes com Jesus e José em casa? Concedei-me amar meus irmãos e aceitar cada um no seu jeito de ser. Dai-nos a paz, compreensão, bondade e alegria para que o Espírito de Jesus permaneça conosco. Bondosa Mãe, pedi a Ele por nós.
• Boa obra: visitar alguém doente.

Sexto dia
“Vinde a mim, […] e eu vos darei descanso.” (Mt 11,28)
Pode a mãe esquecer seu filho? Sei, ó Maria, que não nos esqueceis, mas tenho medo de me esquecer de vós. Peço-vos nunca perder Deus nem a fé, e sempre confiar em vós. Ó Maria, feliz de quem vos conhece e a vós recorre como o filho à sua Mãe. Ajudai-me em minha prece.
• Boa obra: ir a uma igreja e rezar por alguém.

Sétimo dia
“Faça-se em mim segundo a tua palavra.” (Lc 1,38)
Maria, sempre fizestes tudo o que Deus vos pediu. Para que eu também seja assim, ajudai-me a ouvir a Palavra de Deus, a meditar, a ouvir o que Jesus ensinou. Atendei meu pedido nesta novena e não deixai que fique acomodado na vida.
• Boa obra: ler Lc 1,39-56.

Oitavo dia
“[…] olhou para a humildade de sua serva.” (Lc 1,48)
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, quantas vezes me torno orgulhoso, vaidoso, confiante nas coisas que passam. Tudo isso pode ocupar o lugar de Deus em meu coração. Maria, livrai-me desta tentação de trocar Deus pelas coisas da terra e descuidar da casa de Deus em mim. Bondosa Mãe, socorrei-me com a graça de Jesus.
• Boa obra: ouvir e conversar, bondosamente, com um idoso ou uma pessoa difícil.

Nono dia
“Maria, porém, guardava todas as coisas, meditando-as no seu coração” (Lc 2,19)
Quantas vezes, ó Maria, meu coração fica triste, atribulado, cheio de dúvidas e angustiado. Isso acontece porque não me recolho no silêncio da oração nem procuro ver o que Deus quer de mim. Não sei escutar o Senhor. Maria, peço-vos a graça de acreditar que Deus me ama sempre, mesmo na dor.
• Boa obra: passar o dia alegre e não se aborrecer.

 

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