Atenção, mulheres, não se esqueçam de amar


            Atenção, mulheres, não se esqueçam de amar


                                    Perceba que é capaz de amar e comece a amar

Cresci ouvindo conselhos que diziam mais ou menos assim: “Estude bastante para conseguir um bom emprego e ter o seu próprio dinheiro. Se você não estudar, vai depender dos outros a vida inteira”. O tempo foi passando e continuei tentando corresponder a essas dicas, principalmente porque vinham de pessoas que queriam o meu bem mais do que tudo neste mundo. Sem dúvida, foram bons conselhos e me ajudaram a ser responsável e coerente com meus estudos e minha vida profissional. Mas fico pensando o que seria de mim se não tivesse tido também a graça de ser esclarecida que, acima de tudo, meu valor não está naquilo que eu faço ou nos bens que eu possa adquirir, mas sim naquilo que eu sou como pessoa, ou seja, no meu caráter e na minha dignidade de filha amada de Deus.





Hoje, pela missão que Deus me confia na Comunidade Canção Nova, lido com muitas pessoas e escuto partilhas, principalmente de mulheres pedindo ajuda para reencontrar um sentido na vida, que, talvez, tenha se perdido por levarem tão a sério aqueles tipos de conselhos. São mulheres profissionalmente realizadas, mas inquietas, pois percebem que alguma coisa se perdeu pelo caminho e sentem vontade de voltar para procurar, mesmo sem saber o que foi perdido. Fazem compras, viajam, tiram fotos e curtem novos contatos, mas o coração permanece vazio. Será que é por falta de amor?

No filme “Titanic”, há uma frase de que gosto muito: “O coração de uma mulher é um oceano de mistérios”. E são tantos mistérios, que até nós mulheres levamos a vida inteira os admirando e tentando lidar com eles, já que os desvendar é impossível. A meu ver, são exatamente esses mistérios ou segredos que tornam o coração da mulher um “território sagrado”, feito para amar e ser amado, parecido com o coração de Deus. O problema é que, constantemente, nós nos esquecemos disso, ou pior: nunca soubemos.


Nestes dias, recebi a partilha de uma moça que retrata o que digo:

“Minha vida não é diferente da de muitas mulheres que conheço com minha idade. Estou na casa dos trinta e me pergunto: O que será que me falta para ser realmente feliz? Profissionalmente falando, estou realizada. Terminei meu doutorado, tenho um ótimo emprego, casa própria, carro, viagens e tantas outras coisas que sempre quis. Claro que batalhei muito para chegar onde estou, mas não sei se valeu a pena… Nunca fui de ter muitos namorados; na verdade, meus relacionamentos foram todos complicados e marcados por experiências sexuais. Sempre quis ter um relacionamento sério e partilhar de momentos como o namoro, a amizade, o noivado e o casamento, mas fico presa a tantas coisas, algumas ligadas a traumas de infância, e não consigo ir em frente. Emfim, tenho sede de amar, mas acho que não sei como nem por onde começar. Vejo o tempo passando e sito-me cada vez mais perdida. Como é difícil saber dosar este tempo da espera! Pode me ajudar? “Não sei se estou sabendo falar com Deus”.

Respondi para ela o que digo também a você, que, talvez, esteja vivendo algo semelhante. Tenha calma! Deus está ouvindo suas súplicas, sim, e quer ajudá-lo a encontrar a felicidade.

Sem a pretensão de apresentar uma fórmula mágica que irá resolver seus problemas, partilho algumas pistas baseadas em minhas experiências e em ajudas que recebi de algumas pessoas durante minha caminhada espiritual.

Primeiro, proponho que você responda uma coisa: “O que, realmente, você quer?”. Acontece que, a maioria das pessoas que chegam a perceber que “falta um sentido em sua vida”, já foram tão programadas sobre o que deveriam querer e fazer que não sabem o que realmente querem. Neste caso, conseguir discernir o que quer e admitir que precisa de ajuda para chegar lá já é um grande passo. A segunda dica é refletir sobre suas escolhas antigas e tentar perceber o que houve de errado e à qual fantasia ou ilusão do passado você ficou presa.

Tenha a coragem de refletir sobre isso sem pressa. É preciso “arrumar a casa” e analisar o que realmente vale a pena guardar. Faça uma limpeza geral nas “gavetas” e nos “armários” da sua alma e analise seus afetos. Isso vai lhe permitir jogar muitas coisas fora, deixando espaço vazio para receber o novo que Deus quer lhe proporcionar. Pode ser que você sinta medo de mexer em coisas antigas e queira passá-las adiante. Não faça isso. Coragem! Ajudada pela graça de Deus, assuma sua verdade e reconcilie-se com ela por mais difícil que seja. A Palavra de Deus nos diz: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

Outra dica: não culpe ninguém! Lembre-se de que nós somos pessoas livres e o que nos acontece é sempre resultado de nossas escolhas; portanto, não caia na tentação de culpar as pessoas e se eleger como vítima, porque isso só atrapalha o processo de cura que Deus deseja realizar em sua vida. Você precisa entender que tudo o que viveu, inclusive os acontecimentos dolorosos e os relacionamentos que não deram certo no seu passado, foram necessários para seu crescimento e Deus não está alheio a nada disso.

Procure reconstruir sua história sempre a partir da verdade, pois quando você a acolhe faz uma grande descoberta: percebe que é capaz de amar e começa a amar.

Amar a Deus, a si mesmo e aos outros. Sim, a si mesmo e depois aos outros. Somente quando conseguimos nos aceitar e nos amar como somos, é que conseguimos dar amor às pessoas. Sou testemunha disso; enquanto busquei preencher minha vida com o amor que eu recebia, nunca me sentia plenamente amada, era como se meu coração fosse um saco sem fundo; recebia amor, mas nunca era o suficiente. Já se sentiu assim alguma vez? Não se desespere. Tem jeito! Vivendo o processo de cura interior, fui cada vez mais me aceitando e me amando como sou, e essa experiência capacita-me, a cada dia, a levar o amor também a outras pessoas.
Apaixone-se por si mesma

O fato é que não podemos dar aquilo que não temos; então, se você conseguir se amar e se aceitar, isso já é maravilhoso. Quando conseguimos dar amor a nós mesmos e nos redescobrimos como pessoa importante, valiosa e querida por Deus, é como se nascêssemos de novo, e isso abre nosso coração para recebermos o amor guardado por outras pessoas para nós.

Portanto, agora que você já sabe que é amada incondicionalmente por Deus, não se esqueça de amar a si mesmo. Lembre-se de que a qualidade de sua vida depende desta condição: amar. Deus nos criou com um coração parecido com o d’Ele, a fim de, por nosso intermédio, revelar Seu amor à humanidade. Talvez seja por isso que, para nós mulheres, amar é viver.

Apaixone-se por si mesma e seja paciente com seu processo. Tenha a coragem de jogar fora o que já não lhe pertence e abra as janelas do coração para que entre o ar puro e refrescante do amor, trazendo vida nova aos seus dias e sentido para tudo o que a Divina Providência lhe permitir viver daqui para frente.

As sete virtudes de uma mulher de Deus


                As sete virtudes de uma mulher de Deus

Conheça e busque cultivar, no seu cotidiano, sete virtudes que uma mulher de Deus precisa ter


A mulher é um dom de Deus para a humanidade. Quanto mais assumirmos essa verdade, mais eficazes seremos em nossa missão. São muitas as tarefas que enfrentamos durante o dia: trabalhar, estudar, namorar, cuidar da casa, dos filhos, do marido e assim por diante. Como realizar tudo isso sendo presença de Deus nesses meios? É essencial ter uma vida de oração para ouvir os direcionamentos do Senhor e responder essa pergunta. A intimidade com Ele concederá à mulher as virtudes necessárias para ser uma extensão do seu amor em tudo que ela for realizar.



Cito sete virtudes que precisamos cultivar como mulheres de Deus:

1. Temor a Deus: Uma pessoa temente ao Senhor em tudo procura colocá-Lo em primeiro lugar e no centro de sua vida. “São muitas as mulheres de valor, mas tu ultrapassaste a todas! O encanto é enganador e a beleza passageira, a mulher que teme o Senhor, essa sim, merece elogios!” (Provérbios, 31, 29-30).

2. Humildade: Ser uma mulher humilde não é tão fácil quanto parece, porque não existe outra forma de alcançar essa virtude se não for por meio de humilhações. Mas, afinal, quem gosta de ser humilhado? O orgulho nos impede de viver o Evangelho de Jesus, o qual nos ensina a “lavar os pés” dos outros. Aprendi que a humildade é a única base sólida de todas as virtudes. Portanto, se ela é a base, precisamos aprender a acolher as humilhações e transformá-las em salvação. Pensar no outro em primeiro lugar, engolir a resposta que ferirá, servir sem esperar nada em troca, ou seja, ser uma discípula de Jesus.

3. Silêncio: Nós gostamos de conversar muito, mas eu me refiro a um silêncio interior capaz de ouvir a voz de Deus. Silêncio fecundo que purifica a palavra antes de ela ser pronunciada e, assim, ajuda construir o outro e não o destruir. “Ouve, ó filha, vê e inclina o ouvido (…)” (Sl 45,11). É fundamental aprender a ouvir Deus e o próximo. “Mulher sensata e silenciosa é dom do Senhor e nada é comparável à pessoa bem educada.” (Eclo 26,18).

4. Domínio de si: Aprender a dominar-se não é perder a sua personalidade, mas sim a falar na hora e com as palavras certas. Agir por impulso não é uma forma sábia de viver. Quantas vezes colocamos tudo a perder por não sabermos calar? O autodomínio nasce do silêncio que nos impede de agir prontamente. A mulher virtuosa não é frágil, mas cheia de sabedoria e doçura, porque domina suas paixões.

5. Castidade: A mulher casta é aquela capaz de purificar os relacionamentos entre o homem e a mulher, não somente no casamento, mas em todas as relações. A maneira de vestir-se, falar, agir e até mesmo de relacionar-se exige castidade. A sensualidade deturpa por completo a pureza de uma mulher de Deus. Portanto, seja firme com você mesma e depois com seu namorado ou marido, para que essa virtude seja uma marca positiva em você.


6. Ternura: Aprendi com a autora Jo Croissant que a ternura é o amor que se manifesta além das palavras, por meio de um gesto, um carinho, um olhar, uma presença amorosa. Derrete o que é duro, esquenta o que é frio, fortifica o que é fraco e cura o que está ferido. Não queira se impor com uma postura grossa de ser, não vale a pena! Afinal, como é agradável estar perto de uma mulher terna e doce!

7. Sabedoria: A sabedoria não é alcançada por esforço humano, mas uma graça de Deus. A mulher sábia é aquela que luta para viver todas as virtudes citadas acima.

É possível alcançar essas e outras virtudes. A vida nos oferece diariamente oportunidades para colocarmos em prática cada uma delas, basta prestar mais atenção e lutar para ser fiel às moções do alto. Uma mulher virtuosa é cheia do Espírito Santo de Deus. Eu quero ser essa mulher. E você?

O que preciso para ser uma mulher de fé?


    O que preciso para ser uma mulher de fé?

                     Tudo, absolutamente tudo, muda na vida de uma mulher se ela tem fé

Já ouvi, muitas vezes, que a “fé é o exercício da memória”. É a capacidade de não somente lembrar-se do que é eterno e amável, mas também de ser guiada por essas lembranças. Pela fé, sabemos que não são apenas lembranças, mas marcas profundas que trazemos pelas experiências que tivemos pelo caminho.



As lembranças que trazemos nos moldam sem que percebamos. Elas dão caminho para as nossas decisões, mas também ações e reações. Por meio da memória, posso observar claramente como minha fé foi construída e entender que ela existe e é vivida nas relações. Posso ter fé em mim mesma, fé em alguém e em Deus.

Tudo, absolutamente tudo, muda na vida de uma mulher se ela tem fé. Uma mulher que confia em Deus, confia em si mesma e também no outro para estabelecer com ele relações duradouras e fecundas, podendo viver novas experiências ou dando a si outras chances quando as decepções chegam.
Nossa fé não pode depender de situações

Toda realidade interior, para se manter viva e com qualidade de existência, necessita de alimento. A fé de uma mulher precisa de alimento nobre e seguro. Às vezes, temos a tentação de fazer com que a fé em alguém seja um alimento, mas sabemos que o ser humano falha e nossa fé mais profunda não pode depender de instabilidades, incoerências ou decepções.

A convivência com pessoas que amamos provoca em nós vários gestos de confiança, mas toda fé depositada em um ser humano deve vir acompanhada de misericórdia e caridade, pois o amor humano não subsiste sem uma elevada porção de compreensão, humildade e recomeços. Sim, uma mulher pode alimentar-se de bons relacionamentos para manter sua fé em pé e cada vez mais amadurecida e forte, mas não deve depender da perfeição desses vínculos para ser fiel, pois eles realmente não existem com perfeição, somente com perfeito esforço.


Uma mulher inteligente ama a verdade

Uma mulher inteligente ama a verdade e a busca com toda intensidade de seu ser. Ela precisa estar atualizada diante de tantos estímulos modernos que pretendem insistentemente dissolver sua vida interior. Ela precisa ler bons livros, que não alimentem somente seus afetos e sede de boas sensações e emoções, mas que deem resistência e solidez à sua mentalidade; ela precisa ver bons filmes e estimular a abertura à sua realidade e também aos que estão à sua volta; ouvir pregações que a levem a um lugar cada vez mais sagrado em sua alma. Uma mulher inteligente precisa constantemente dar conteúdos bons a si mesma e alargar a capacidade de compreensão de sua alma, crescer espiritualmente não somente com as experiências providentes da vida, mas deliberadamente com esforço e vontade forte. Isso é alimentar sua fé.

Tudo vai ficar diferente em uma mulher quando ela passar a entender que nem tudo o que ela sente é real e que a alma precisa de alimento sólido para amadurecer, crescer e assim fazer boas escolhas. Por isso, antes de se tornar uma mulher de fé, é preciso tomar uma decisão que implicará em gasto de tempo e esforço; a menos que essa mulher decida ficar “sempre a mesma”. O que não é real, pois quem para no tempo anda para trás com mais velocidade do que se imagina e sente.

Alimentar a fé não é uma atitude apenas emocional, não é um impulso sentimental. Mas sim uma decisão consciente e bem acordada. Do mais secreto lugar em uma alma feminina, no seu lugar mais consciente e comprometedor, é que uma mulher decide mudar. A fé é um dom de Deus, mas a melhora e o crescimento dela depende de uma decisão interna. É uma das decisões mais importantes da vida, pois muda um destino inteiro. Que você, mulher, decida-se a ser uma pessoa movida pela fé em Deus!

Isso sim é típico de uma mulher de fé, pois ela se deixa mover pelo Espírito de Deus. Uma mulher de fé é uma mulher de decisão, ainda que discreta e silenciosa.

A partir de uma Mulher discreta, silenciosa e muito decidida, Deus pôde interferir na história da humanidade inteira! É precisa agir interiormente. Isso é uma mulher de fé. Você quer ser uma mulher assim?

Nove virtudes da mulher que agrada o coração de Deus



       Nove virtudes da mulher que agrada o coração de Deus

                            Existem virtudes da mulher que agradam o coração de Deus

É gratificante agradar o coração de quem se ama, principalmente quando essa pessoa é Deus. Questionar-se em relação ao processo de conversão, que exige mudança de pensamentos, atitudes e escolhas, é fundamental para alcançar virtudes que agradam o Senhor. Segundo Aristóteles, a virtude é uma disposição adquirida para fazer o bem e que se aperfeiçoa com o hábito. A Doutrina da Igreja Católica afirma que a virtude é “uma disposição habitual e firme para fazer o bem”, sendo que “o fim de uma vida virtuosa é tornar-se semelhante a Deus”. Portanto, se você quer ser uma mulher segundo o coração do Senhor, é preciso lutar diariamente para que os bons hábitos se transformem em virtudes.



Segue abaixo as nove virtudes da mulher que agradam o coração de Deus
1. Castidade

A virtude da castidade opõe-se à luxúria. É a mulher que tem o autodomínio sob os impulsos sexuais e que mantém a pureza como a base de sua vida. É desafiador alcançar essa virtude, pois requer o controle dos pensamentos, sentimentos, emoções e desejos. Porém, a Virgem Maria é aquela que deseja ajudá-lo a alcançar essa virtude. “Os que vivem segundo a carne se voltam para o que é da carne; os que vivem segundo o Espírito se voltam para o que é espiritual (…) Os que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus” (Romanos 8,5.8).


2. Caridade

A virtude da caridade opõe-se à avareza. É a mulher generosa que dá de si sem esperar algo em troca e vive o autossacrifício. “Antes de tudo, mantende entre vós uma ardente caridade, porque a caridade cobre uma multidão dos pecados” (1 Pedro 4:8).
3. Temperança

A temperança opõe-se à gula. É a mulher que tem autocontrole e vive com moderação. Não é fácil ter equilíbrio em todos os aspectos da vida, porém é essencial lutar para tê-los. As mortificações, penitências e jejuns são de suma importância nesse quesito.
4. Paciência

Eis uma virtude que requer constante vigilância, pois, numa era em que se quer tudo ‘para ontem’, ter paciência e esperar é um grande desafio. A paciência opõe-se à ira, é a mulher serena, calma, que transmite paz onde quer que esteja. Como nos ensina Santa Teresa D’Ávila: “Nada te perturbe, nada te amedronte. Tudo passa, a paciência tudo alcança. A quem tem Deus nada falta. Só Deus basta!”.
5. Bondade

A Palavra de Deus nos ensina: “Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo” (Efésios 4,32). A bondade opõe-se à inveja. É a mulher que tem compaixão do outro, ela é misericordiosa.
6. Humildade

No Evangelho de Lucas diz: “Pois todo o que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado” (Lucas 14,11). A virtude da humildade opõe-se à vaidade. É a mulher que pensa menos em si e dá espaço para Deus ser o Senhor de sua vida. A mulher modesta e sábia entende que a humildade é a escada para o céu.


7. Fidelidade

A mulher deve ser fiel primeiramente a Deus e, então, ao seu marido. A virtude da fidelidade é baseada na confiança conquistada com atitudes e tempo. Seja transparente no seu relacionamento com Deus, diga para Ele o que você está vivendo e como está o seu interior; assim, manterá a confiança com Aquele que só quer o seu bem.
8. Amabilidade

A mulher amável agrada o coração de Deus, porque transmite o Seu próprio amor aos outros. Amabilidade no falar e no agir faz a diferença em todos os ambientes em que ela estiver. Quando as pessoas forem ásperas, rudes e frias com você, dê uma resposta diferente com gestos de amor.
9. Trabalhadora

Maria, ao receber a missão de ser a mãe do Salvador, prontificou-se a ir ao encontro de sua prima Isabel para ajudá-la. “Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela. E, naqueles dias, levantando-se Maria, foi apressada às montanhas, a uma cidade de Judá.” (Lucas 1,38-39). A mulher trabalhadora sabe que o seu serviço é santificador, pois ajuda Deus a formar homens novos para um mundo novo.

É importante ressaltar que não conseguiremos ser perfeitas e ter todas as virtudes que gostaríamos de alcançar. Entretanto, a luta é a marca do cristão, e é assim que finalizo esse artigo. Como ensina Santo Agostinho: “Enquanto vivemos, lutamos; se continuamos a lutar, é sinal de que não nos rendemos e de que o Espírito bom habita em nós. E se a morte não te encontrar como vencedor, deve encontrar-te como lutador”.

Deus abençoe a sua decisão em ser uma mulher virtuosa!