11 março 2014

O caminho da conversão

        Foto do perfil de padre Márcio Marcelo Barboza       mensagem semanal de nosso sacerdote.    




      Caríssimos irmãos e irmãs, Graça e Paz da parte de Nosso Senhor Jesus Cristo e de nossa Mãe santíssima, Nossa Senhora de Fátima! Queridos, todos nós cristãos sabemos que “Quaresma” é tempo de conversão, o que muitas vezes para nós se torna difícil é tornar a quaresma uma prática de vida, ou seja, fazer da vida um retiro espiritual, ou seja, estar num lugar relacional com nosso Senhor Jesus Cristo para cada dia mais nos assemelharmos a Ele, numa prática de Justiça e santidade. A mudança de vida exige mudança de mentalidade, e de comportamento. Estamos tão ligados ao mundo que, na maior parte das vezes, nem percebemos o quanto ele influi sobre nós, carregamos esta tendência por termos sido formados do “barro”, isto nos liga ao mundo. Esta tendência cria um confronto dentro de nós devido o Espírito que o Senhor Deus soprou em nossas narinas e que habita o nosso peito, que exige um caminho de santidade e Justiça. Mas, nós que fomos batizados esta realidade não deveria persistir, pois somos banhados pelo novo Homem, Jesus Cristo, o Deus Salvador. Devemos superar as coisas do mundo, “as coisas da carne” para vivermos somente pela Graça do Espírito que nos dá a condição da “Vida Boa”, ou seja, “de Salvação”. Mesmo banhados por esta Graça, o “tentador” nos encanta os olhos, desviando-os do caminho do “Bem” e nos oferecendo uma condição de escravidão, de “morte”, de falta de comprometimento com Deus, conosco mesmo e com nossos irmãos. No início, representado pela “serpente do paraíso”, o “diabo” coloca a divisão relacional entre Deus e o ser humano e “satanás” aconselha a desobedecer à ordem da “Vida” dada por Deus, fazendo com que o ser humano conheça a “morte”. Agora, instruídos pelo Espírito de Jesus, temos de vencer as tentações do “diabo-satanás” que nos oferece as coisas do mundo, nos entorpecendo com seus vícios, movidos pela riqueza, ganância e poder, tirando do ser humano a condição divina, que é a da humildade, da partilha e da entrega, ou seja, a condição de quem ama. Lembremo-nos, somente por alguns instantes, da antiga mulher “Eva” que tomou o fruto proibido e entregou para o antigo Homem e nos fixemos, a vida toda, na nova mulher “Maria” que tomou o fruto do Espírito Santo e deu para o novo Homem, que é missão da Igreja, ou seja, de todos nós que é de sempre oferecer um fruto de Salvação a todos os seus filhos. Queridos e amados de meu Deus, não nos sintamos “nus” diante do mundo, pois este sempre não nos satisfará e sempre nos dirá que precisamos de mais, mas estejamos nessa condição de nudez diante de nosso Deus, diante do qual devemos nos apresentar do modo como somos simplesmente, para sermos saciados somente em seu Amor. Que a liturgia iniciada por este Primeiro Domingo da Quaresma possa converter o nosso coração e nos mostrar o caminho da Salvação, possa nos fazer participantes da Graça de Cristo alcançada em sua Cruz!

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Sempre seja louvado!

Pe. Márcio Marcelo Barboza.
Administrador Quase-paróquia Nossa Senhora de Fátima.
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