03 março 2015

VIDA A DOIS


                                   VIDA A DOIS
                                               fidelidade começa no namoro
                  O jovem que não é fiel no namoro também não o será no casamento
O namoro não é um tempo para conhecer o outro por fora, mas por dentro, e fazê-lo crescer; se isso não acontece, então este relacionamento está furado. Para dizer ‘sim’ ao outro, você tem de dizer ‘não’ a você, pois quando isso acontece, você está fazendo o outro crescer, e isso precisa acontecer no namoro, no noivado e no casamento.









O amor é uma decisão. Quando você sobe ao altar para se casar, você diz que jura ser fiel, na saúde e na doença, amar e respeitar todos os dias da sua vida. Essa não é uma declaração poética, mas um juramento de fidelidade até o último dia da sua vida. O jovem que não é fiel no namoro não o será no casamento também.




É o amor que constrói. Ele não é egoísta, mas tudo suporta e tudo espera. Esse é o amor de Deus, não o amor dos homens ou das telenovelas. São Paulo compara o amor dos maridos com o amor que Cristo tem pela Sua Igreja.




Um dos problemas que mais afetam os jovens é a falta de fidelidade e a não vivência da castidade. Mais uma outra coisa: Por que muita gente não é capaz de amar? Amar é doar-se, é renúncia. E por que muitos não conseguem se dar? Porque não se possuem. Para dar algo para alguém você precisa ter posse daquilo.




Eu tenho que me possuir. E como é isso? É ter domínio sobre mim mesmo. Um homem que não tem domínio sobre si, que não consegue se dominar diante de um prato de comida, ou aquele que não pode ver uma mulher e já vai atrás, é porque não tem comando sobre si; alguém assim não tem liberdade.




Deus não nos fez livres para fazermos o mal, mas sim o bem. Se a liberdade não respeitar dois vínculos, que é a verdade e a responsabilidade, então não é liberdade, é loucura.Se você não consegue respeitar essas duas virtudes, é sinal de que você perdeu a razão. Ninguém é livre para abusar das pessoas. Ser livre é não ser escravo das paixões e do pecado. Livre é aquele que luta contra o pecado. Para ajudar o outro a crescer é preciso ser livre. Quem não é livre é egoísta.




Por que nós recebemos muitas cartas falando sobre o sexo no namoro? Porque, para os jovens de hoje, é muito difícil viver a castidade. O mundo vive um pansexualismo, no qual tudo respira sexo. Não se vende mais um carro ou uma roupa sem colocar a foto de uma mulher nua. O homem é fascinado pelo corpo da mulher, por isso para o jovem é tão difícil viver a castidade. Deus fez a mulher maravilhosa, encantadora, mas existe um lugar para viver o sexo, que é o casamento. A Igreja ensina que o sexo tem duas funções – unitiva e procriativa –, mas, antes disso, é preciso unir as vidas, é preciso colocar uma aliança no dedo e prometer fidelidade todos os dias. Depois de colocar a aliança no dedo, aquele homem é da mulher e a mulher é do homem.




Marido e mulher não podem ficar muito tempo sem relação sexual, a Igreja chama isso de “débito conjugal”. O sexo é a liturgia do amor conjugal, é a maior expressão de amor entre o casal. Ali, não está se dando apenas um presente, uma rosa… Não! É o seu corpo, a sua intimidade que você está dando ao outro. Não há sentido em entregar o seu corpo sem um compromisso conjugal.




E muitos dizem: “Eu amo meu namorado. Por que não posso ter uma vida sexual com ele?”. Primeiro, porque a lei de Deus não quer. E porque Deus não quer, significa que Ele não seja bom? Não. É porque o sexo antes do casamento não é bom, e isso tem um nome: “fornicação”, e é pecado grave. Como cristão católico, você não pode fazer isso, porque, para nós, o que vale é a Palavra de Deus.




Viver a castidade no casamento é não desejar a mulher do outro, não ver filme pornográfico e depois querer fazer o mesmo com a esposa. E eu, meus irmãos, continuo lutando, pois quero esta medalha de ouro. E você jovem, que conseguir viver a castidade, a sua medalha será muito maior que a minha, porque quanto maior for a sua luta, tanto maior será o sabor da sua vitória.




Nós precisamos fazer uma santa revolução na juventude, para que os jovens vivam no namoro a castidade, para que eles se respeitem até o casamento, porque o sexo antes do casamento estraga muito.




O Papa João Paulo II, em 1997, disse que, no Brasil, por causa do sexo livre, há milhares de crianças órfãs de pais vivos. Homens covardes que abusam das meninas, e quem paga a conta é a criança, que, muitas vezes, é abortada. Outras ficam aos cuidados dos avós ou em orfanatos. Quando uma criança é gerada no casamento, isso não acontece ou não é para acontecer. Quando a Igreja pede que o jovem seja casto, é para ele treinar, exercitar a fidelidade para chegar ao casamento com essa fibra e com a graça de Deus.
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